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EUA negam interferência em cancelamento de venda de mísseis à Malásia

Governo americano refuta alegações de que teria impedido a venda de mísseis noruegueses à Malásia após o contrato ser interrompido.

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Foto: SCMP - Asia
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21/05 às 04:33

Pontos principais

  • A Malásia alega ter pago 95% do contrato de 126 milhões de euros pelos mísseis Naval Strike Missiles.
  • O armamento é produzido pela empresa norueguesa Kongsberg Defence & Aerospace.
  • Washington afirmou ter apoiado a transação e negou exercer pressão para bloquear a exportação.
  • O caso levanta debates sobre o controle dos EUA em exportações de armas que utilizam tecnologia americana.

O governo dos Estados Unidos negou formalmente qualquer envolvimento no cancelamento de um contrato de venda de mísseis entre a Noruega e a Malásia. A disputa gira em torno do fornecimento de Naval Strike Missiles (NSMs), fabricados pela norueguesa Kongsberg Defence & Aerospace. Segundo autoridades malaias, cerca de 95% do valor total do contrato, estimado em 126 milhões de euros, já havia sido quitado antes da interrupção inesperada do negócio. Washington refutou as acusações de que teria bloqueado a exportação devido à presença de componentes americanos nos equipamentos. O episódio gerou incertezas diplomáticas sobre a autonomia de aliados na gestão de exportações de defesa que integram tecnologia dos EUA. Enquanto a Malásia busca esclarecimentos sobre o destino dos recursos e do armamento, o caso permanece sob análise, destacando as complexidades regulatórias no mercado global de defesa.

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