A autenticação multifator tradicional falha ao não monitorar sessões após o login, permitindo que atacantes burlem a segurança com tokens roubados.

A autenticação multifator (MFA), amplamente utilizada como camada de segurança corporativa, enfrenta novos desafios diante de técnicas avançadas de cibercrime. Embora eficaz no momento do login, o MFA não garante a integridade das atividades subsequentes, tornando as redes vulneráveis ao roubo de tokens de sessão. Com o uso de inteligência artificial para engenharia social e deepfakes, invasores conseguem contornar verificações biométricas e de voz com rapidez, reduzindo o tempo de comprometimento de sistemas para menos de 30 segundos. Para mitigar esses riscos, especialistas recomendam que as organizações migrem para padrões resistentes a phishing, como FIDO2 e passkeys, além de adotar o monitoramento contínuo de sessões. A implementação de políticas de acesso condicional e a revogação ágil de tokens tornaram-se medidas essenciais para evitar que atacantes se movam lateralmente dentro das infraestruturas corporativas após a autenticação inicial.
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