Empresas brasileiras de diversos setores, incluindo agronegócio e tecnologia, têm migrado para o uso de stablecoins como alternativa para realizar remessas internacionais. A estratégia visa reduzir os custos operacionais do câmbio tradicional, que podem representar até 4% do valor total das transações. No primeiro trimestre de 2026, o volume dessas operações dobrou, atingindo R$ 34,5 bilhões, refletindo uma busca crescente por desburocratização e maior eficiência financeira. O movimento atrai novas infraestruturas de liquidez ao mercado nacional, embora a incerteza tributária sobre a incidência de IOF em ativos digitais ainda gere cautela entre os agentes econômicos. Além das aplicações corporativas imediatas, a tecnologia é vista como um pilar para o futuro, com projeções de que agentes de inteligência artificial passem a utilizar stablecoins para pagamentos autônomos em escala global.
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