O setor de construção residencial nos Estados Unidos apresentou uma desaceleração em abril, com o início de novas obras registrando uma queda de 2,8% em relação a março, atingindo um ritmo anualizado de 1,465 milhão. Apesar do recuo, o resultado superou as previsões de mercado, que esperavam uma contração mais severa de 8,8%. O segmento de casas unifamiliares foi o mais afetado, pressionado pelas taxas de juros hipotecárias elevadas, que encarecem o financiamento e exigem cautela das construtoras. Em contrapartida, as permissões para futuras obras surpreenderam positivamente ao crescerem 5,8%, alcançando uma taxa anualizada de 1,442 milhão, superando a expectativa de queda de 11,4% projetada por analistas.
Paralelamente, o mercado de trabalho americano demonstrou resiliência no mesmo período. Dados oficiais indicam que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram 3.000 na semana encerrada em 16 de maio, totalizando 209.000 solicitações. Enquanto o setor imobiliário enfrenta desafios persistentes para manter o ritmo de crescimento sob a atual gestão econômica, a estabilidade nos pedidos de auxílio sugere que o mercado de trabalho mantém um nível de solidez, oferecendo um contraponto aos indicadores de desaceleração observados na construção civil.
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