A apreensão de um Cadillac Escalade, avaliado em R$ 2,1 milhões, durante a Operação Vérnix, colocou em evidência o mercado de importação independente de veículos de luxo no Brasil. Como a Cadillac ainda não opera oficialmente no país com modelos a combustão, o acesso a esses automóveis depende de trâmites particulares que envolvem órgãos como Receita Federal, Ibama e Denatran. Esse processo é marcado por uma carga tributária elevada, que pode elevar o custo final do bem ao dobro do seu valor original no exterior. Além do desafio financeiro e burocrático, a prática traz riscos ao proprietário, uma vez que esses veículos frequentemente não contam com garantia de fábrica ou suporte de uma rede de manutenção autorizada em território nacional, tornando a posse desses itens um símbolo de status com complexa gestão técnica e legal.
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