Policiais que atuaram na defesa do Capitólio em 6 de janeiro de 2021, incluindo Harry Dunn e Daniel Hodges, moveram uma ação judicial para dissolver um fundo de US$ 1,776 bilhão criado pela administração de Donald Trump. Os autores classificam o mecanismo, oficialmente denominado como 'anti-instrumentalização', como uma farsa corrupta. A petição alega que o fundo serve para recompensar aliados do presidente sob o pretexto de combater o excesso de autoridade judicial, argumentando que os recursos podem financiar grupos violentos e colocar a segurança dos agentes em risco. A controvérsia aumentou após relatos de que manifestantes envolvidos na invasão do Capitólio, como Antony Vo, estariam sendo beneficiados pelo fundo após receberem indultos presidenciais.
Em resposta, o governo Trump sustenta que o fundo visa compensar cidadãos prejudicados pelo sistema judicial. O procurador-geral interino, Todd Blanche, será o responsável por nomear a comissão que avaliará os pedidos de indenização, enquanto o vice-presidente J.D. Vance afirmou que o fundo possui critérios abrangentes, podendo atender a democratas e republicanos. A ação judicial agora busca questionar a legalidade do uso desses recursos, classificando a iniciativa como um caso de corrupção presidencial que utiliza verbas públicas para fins políticos, especialmente diante da possibilidade de que indivíduos condenados por atos contra as instituições democráticas recebam reparação financeira.
Folha de São Paulo - Mundo • 20 mai, 18:05
G1 Mundo • 20 mai, 14:01
Axios - Main • 20 mai, 12:48
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