O ataque ao Capitólio dos EUA, em 6 de janeiro de 2021, foi uma invasão do prédio por apoiadores do então presidente Donald Trump, visando interromper a certificação da vitória de Joe Biden na eleição de 2020. O incidente, que resultou em mortes e feridos, gerou ampla condenação, mas foi posteriormente descrito pela administração Trump como um "protesto pacífico", com o presidente concedendo perdão a cerca de 1.500 envolvidos em 2025 e lançando um site oficial em 2026 para apresentar essa narrativa alternativa.
O ataque ao Capitólio dos Estados Unidos, ocorrido em 6 de janeiro de 2021, foi um evento no qual apoiadores do então presidente Donald Trump invadiram o prédio do Capitólio em Washington, D.C. O incidente teve como objetivo interromper a certificação dos resultados da eleição presidencial de 2020 pelo Congresso, que confirmaria a vitória de Joe Biden. O evento resultou em mortes, feridos e gerou ampla condenação, sendo posteriormente interpretado de diferentes formas por grupos políticos, incluindo a administração Trump, que o descreveu como um "protesto pacífico".
Após a eleição presidencial de novembro de 2020, Donald Trump e seus apoiadores contestaram os resultados, alegando fraude eleitoral sem apresentar provas substanciais. Em 6 de janeiro de 2021, enquanto o Congresso se preparava para certificar os votos do Colégio Eleitoral, Trump discursou para uma multidão de apoiadores em Washington, D.C., incentivando-os a marchar até o Capitólio. Durante o discurso, ele afirmou que estaria com eles e os conclamou a lutar pelo país com força e determinação, pedindo um protesto pacífico. Contudo, a marcha culminou na invasão do prédio do Capitólio, resultando em confrontos com a polícia, danos à propriedade e a interrupção da sessão legislativa.
Posteriormente, em 20 de janeiro de 2025, já em seu segundo mandato, Donald Trump concedeu perdão presidencial a cerca de 1.500 pessoas acusadas pela invasão. Em 2026, seu governo lançou um site oficial que apresenta uma narrativa alternativa dos eventos, descrevendo os envolvidos como "patriotas americanos" e o ataque como um "protesto pacífico". O site também acusa a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, por falhas de segurança e por supostamente instrumentalizar um comitê para criar uma narrativa de "insurreição" com fins políticos.