O novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, iniciou um movimento para reduzir o balanço patrimonial da instituição, que hoje soma US$ 6,7 trilhões. Warsh argumenta que a atual liquidez excessiva favorece desproporcionalmente detentores de ativos financeiros, defendendo uma normalização do balanço. No entanto, a estratégia enfrenta forte resistência interna, com o governador Michael Barr alertando que a medida pode comprometer a estabilidade financeira do país. A preocupação central do mercado é que uma retirada rápida de reservas do sistema bancário provoque um aumento indesejado nas taxas de juros de longo prazo ou desencadeie uma crise de liquidez, repetindo episódios de instabilidade observados em 2019. O debate coloca em evidência o desafio de ajustar a política monetária sem desestabilizar os mercados de crédito sob a gestão de Warsh.
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