Goldman Sachs mantém recomendação de compra para ações da Azzas
O banco projeta potencial de alta de 84% para a Azzas, apesar dos resultados operacionais abaixo das expectativas no primeiro trimestre de 2026.
Pontos principais
- O Goldman Sachs fixou o preço-alvo das ações da Azzas em R$ 41.
- A companhia registrou queda na receita e no Ebitda no primeiro trimestre de 2026.
- A margem Ebitda ajustada atingiu 13,2%, impactada pela desalavancagem e redução de subsídios.
- As divisões de Hering e calçados apresentaram desempenho negativo no período.
- O banco aposta na força de marcas como Farm Rio, Arezzo e Schutz para a recuperação de longo prazo.
O Goldman Sachs reiterou sua recomendação de compra para as ações da Azzas, mantendo um preço-alvo de R$ 41, o que representa um potencial de valorização de 84%. A decisão ocorre mesmo após a companhia reportar resultados operacionais abaixo das projeções de mercado no primeiro trimestre de 2026, marcados por quedas na receita e no Ebitda. O desempenho foi pressionado principalmente pela desalavancagem operacional e pela redução de subsídios fiscais, resultando em uma margem Ebitda ajustada de 13,2%. Além disso, as divisões de calçados e a marca Hering, que segue em processo de reestruturação, enfrentaram dificuldades tanto nas vendas físicas quanto digitais. Apesar dos desafios imediatos, a instituição financeira mantém o otimismo com a tese de investimento, fundamentada na resiliência e no valor de mercado de marcas consolidadas no portfólio da empresa, como Farm Rio, Arezzo e Schutz, que devem sustentar a recuperação no longo prazo.
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