O Rio Grande do Sul, líder nacional na produção de noz-pecã, projeta uma safra recorde de 8 mil toneladas para 2026. O desempenho expressivo, que representa um salto em relação às 5,2 mil toneladas colhidas anteriormente, é resultado direto de condições climáticas favoráveis durante os períodos críticos de brotação e floração, além de melhorias contínuas no manejo agrícola. A colheita, que já ocorre de maneira mecanizada, deve seguir até junho.
A expansão das áreas de cultivo no estado tem sido impulsionada pelo retorno financeiro atrativo da cultura. Com a Itália consolidada como o principal destino das exportações gaúchas, o setor mantém perspectivas otimistas de crescimento. A expectativa é que o Brasil alcance uma produção superior a 15 mil toneladas até 2030, fortalecendo a posição do país no mercado internacional de nozes.
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