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Rio Grande do Sul projeta safra recorde de 8 mil toneladas de noz-pecã

Com condições climáticas favoráveis, a produção gaúcha deve crescer significativamente em 2026, consolidando o estado como líder nacional no setor.

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Foto: G1 - Economia
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19/05 às 09:32

Pontos principais

  • A produção gaúcha deve atingir 8 mil toneladas em 2026, superando as 5,2 mil toneladas da safra anterior.
  • O clima favorável durante a brotação e a floração foi o principal fator para o aumento da produtividade.
  • A colheita, realizada de forma mecanizada, deve se estender até o mês de junho.
  • A Itália é atualmente o principal mercado comprador da noz-pecã produzida no Rio Grande do Sul.
  • O setor estima que a produção brasileira total ultrapasse 15 mil toneladas até 2030.

O Rio Grande do Sul, líder nacional na produção de noz-pecã, projeta uma safra recorde de 8 mil toneladas para 2026. O desempenho expressivo, que representa um salto em relação às 5,2 mil toneladas colhidas anteriormente, é resultado direto de condições climáticas favoráveis durante os períodos críticos de brotação e floração, além de melhorias contínuas no manejo agrícola. A colheita, que já ocorre de maneira mecanizada, deve seguir até junho.

A expansão das áreas de cultivo no estado tem sido impulsionada pelo retorno financeiro atrativo da cultura. Com a Itália consolidada como o principal destino das exportações gaúchas, o setor mantém perspectivas otimistas de crescimento. A expectativa é que o Brasil alcance uma produção superior a 15 mil toneladas até 2030, fortalecendo a posição do país no mercado internacional de nozes.

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