Durante uma audiência de supervisão no Congresso dos Estados Unidos, o almirante Brad Cooper, do Comando Central, evitou confirmar a responsabilidade americana pelo bombardeio a uma escola no Irã que deixou 155 mortos. Segundo o oficial, o local atingido funcionava como uma base ativa de mísseis de cruzeiro do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o que torna a apuração do incidente um processo complexo e ainda em curso. A postura do governo de Donald Trump permanece cautelosa, evitando assumir autoria direta enquanto as investigações sobre o ocorrido no primeiro dia do conflito prosseguem. O caso levanta questões sobre os danos colaterais em operações militares em zonas de conflito e a transparência das forças armadas em relação a alvos que possuem dupla finalidade civil e militar.
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