O campo de Aram, localizado na Bacia de Santos, consolidou-se como um ativo estratégico para a Petrobras em seu plano de reposição de reservas até 2030. Após resultados positivos obtidos em 2026, que confirmaram a presença de petróleo de alta qualidade, a estatal intensificou o cronograma de exploração. A empresa, que detém 80% da operação do bloco em parceria com a chinesa CNPC, planeja perfurar dois novos poços e realizar testes complementares até 2027 para definir a dimensão exata das reservas. O avanço em Aram é considerado fundamental para a gestão de Magda Chambriard, ocorrendo em um momento em que a Petrobras também concentra esforços na obtenção de licenças ambientais para a exploração na Margem Equatorial, visando garantir a sustentabilidade de sua produção futura.
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