Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou falhas críticas na integridade das bases de dados do governo federal, apontando uma discrepância de 13,7 milhões de CPFs regulares em comparação aos dados do Censo 2022. O levantamento destacou inconsistências graves, como a existência de quase 350 mil registros de centenários, número muito superior aos 37 mil identificados pelo IBGE. Além disso, foram encontrados 1,3 milhão de títulos de eleitor inválidos vinculados a CPFs ativos. Segundo o tribunal, a ausência de atualização sistemática de óbitos pela Receita Federal compromete a precisão das informações e pode gerar desperdício de recursos públicos. Para mitigar o problema, o TCU recomendou a integração da base de CPFs com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e o INSS, determinando que a Receita apresente um plano de ação detalhado em até 90 dias.
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