A União Europeia estabeleceu novas condições para a liberação de parte do pacote de ajuda de €90 bilhões destinado à Ucrânia. O bloco europeu decidiu vincular o repasse de parcelas do fundo à implementação de uma reforma tributária, medida que já era uma exigência do Fundo Monetário Internacional (FMI). A decisão reflete a estratégia da UE em garantir que o suporte financeiro esteja atrelado a reformas estruturais profundas no país beneficiário. Contudo, a exigência enfrenta forte resistência interna na Ucrânia, dado o caráter impopular das mudanças fiscais propostas. A medida sublinha o desafio de equilibrar o apoio financeiro necessário para a estabilidade ucraniana com a imposição de critérios de austeridade e governança econômica exigidos pelos credores internacionais e parceiros europeus.
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