Um tribunal controlado pelos rebeldes Houthis, no Iêmen, sentenciou 19 pessoas à morte sob a acusação de colaborar com a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita. O grupo, que conta com o apoio do Irã, tem utilizado o sistema judiciário em seus territórios para punir opositores e indivíduos suspeitos de fornecer informações estratégicas às forças adversárias. O conflito no Iêmen, que já dura anos, opõe os rebeldes ao governo reconhecido internacionalmente e seus aliados regionais. Esta decisão reflete uma escalada na repressão interna exercida pelos Houthis, que buscam consolidar o controle sobre as áreas sob seu domínio. A medida ocorre em um cenário de tensão contínua, onde a utilização de sentenças capitais tem sido empregada como ferramenta política para desencorajar qualquer forma de dissidência ou cooperação com a coalizão liderada pelos sauditas.
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