A Bolívia atravessa uma grave crise social e econômica, marcada por 23 bloqueios em rodovias estratégicas que isolam a capital, La Paz. O movimento, composto por uma coalizão de camponeses, mineiros e professores, exige a renúncia do presidente Rodrigo Paz, pressionado apenas seis meses após assumir o Executivo. O cenário é agravado pela pior crise econômica do país em quatro décadas, caracterizada pela escassez de dólares, falta de combustíveis e uma inflação acumulada de 14% em abril. A tensão escalou para confrontos diretos entre manifestantes e a polícia em La Paz, forçando o fechamento do comércio local. Enquanto o governo atribui a instabilidade a grupos ligados ao ex-presidente Evo Morales, a mobilização popular permanece ativa, mantendo o país em um estado de paralisia e incerteza política.
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