A economia chilena registrou uma contração de 0,3% no primeiro trimestre de 2026, frustrando as expectativas de investidores sobre a agenda liberal do governo de José Antonio Kast. O desempenho negativo, acompanhado por uma taxa de desemprego de 8,9% e uma inflação que acelerou para 4% em abril devido aos preços dos combustíveis, coloca em xeque a promessa do Executivo de elevar o PIB nacional em 4% ao ano. Diante desse cenário, o Banco Central do Chile mantém a taxa básica de juros em 4,5%, equilibrando a necessidade de estimular a atividade econômica com o controle inflacionário. A eficácia das reformas pró-mercado e dos cortes de impostos propostos por Kast permanece sob monitoramento rigoroso do mercado, que observa com cautela a fragilidade da recuperação econômica frente às incertezas globais e aos desafios estruturais internos.
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