Mercadante compara potencial da Margem Equatorial ao do pré-sal
Presidente do BNDES defende exploração na Margem Equatorial, citando similaridades geológicas com o pré-sal e indicadores positivos na região.
Pontos principais
- Aloizio Mercadante afirmou que o potencial geológico da Margem Equatorial é comparável ao do pré-sal.
- O executivo destacou que estudos técnicos não confirmaram riscos ambientais críticos apontados anteriormente.
- Descobertas de gás natural em países vizinhos e estados brasileiros servem como indicadores positivos para o projeto.
- O BNDES mantém parceria com a Marinha para o mapeamento da plataforma continental brasileira.
- Não há previsão imediata para o início das operações devido à complexidade e aos custos do processo exploratório.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu a continuidade das pesquisas exploratórias na Margem Equatorial, classificando o potencial da região como semelhante ao do pré-sal. Segundo o executivo, a resistência política ao projeto diminuiu, uma vez que estudos técnicos não corroboraram os riscos ambientais que eram levantados por críticos. A expectativa é sustentada por descobertas de gás natural em áreas vizinhas, incluindo a Guiana, Colômbia e estados brasileiros como Sergipe e Rio Grande do Norte. Apesar do otimismo, Mercadante ressaltou que o início das operações ainda não possui prazo definido, dado o alto grau de complexidade técnica e os custos elevados inerentes à exploração na região. O banco segue colaborando com a Marinha no mapeamento da plataforma continental para subsidiar futuras decisões estratégicas sobre o setor de energia.
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