O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou em Paris a defesa brasileira pela implementação de um imposto mínimo global de 2% sobre patrimônios superiores a US$ 100 milhões. Durante reuniões preparatórias para a cúpula do G7, o ministro destacou que o Brasil está disposto a liderar a pauta de justiça fiscal, utilizando a reforma do Imposto de Renda aprovada em 2025 como exemplo de sucesso na tributação progressiva. O debate, que ganhou força após ser discutido no G20 no Rio de Janeiro, ainda enfrenta resistência de nações como os Estados Unidos. Paralelamente às discussões fiscais, Durigan promove o potencial brasileiro no setor de minerais críticos, defendendo a criação de um novo marco regulatório que garanta segurança jurídica e impulsione o desenvolvimento industrial do país perante investidores estrangeiros.
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