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Executivo chileno é preso por racismo e homofobia em voo no Brasil

Germán Naranjo Maldini foi detido após ofender tripulantes da Latam, em meio a um aumento de 20% nos casos de indisciplina aérea no país.

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Foto: InfoMoney
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17/05 às 11:03

Pontos principais

  • O executivo chileno Germán Naranjo Maldini foi preso preventivamente no Aeroporto de Guarulhos por injúrias raciais e homofóbicas.
  • A empresa Landes, onde o suspeito atuava, anunciou o afastamento imediato do executivo após a repercussão do caso.
  • Dados da Abear apontam um crescimento de 19% em episódios de indisciplina em voos domésticos no primeiro trimestre de 2026.
  • A partir de setembro, novas regras da Anac preveem multas de até R$ 17,5 mil e banimento de aeroportos para passageiros infratores.

O executivo chileno Germán Naranjo Maldini foi preso preventivamente no Aeroporto de Guarulhos após proferir ofensas racistas e homofóbicas contra tripulantes da Latam em um voo com destino à Alemanha. O caso gerou repercussão imediata, levando a empresa Landes, onde o suspeito trabalhava, a afastá-lo de suas funções. No Brasil, desde 2023, a injúria racial é equiparada ao crime de racismo, sendo considerada inafiançável e imprescritível. O episódio ocorre em um cenário preocupante para a aviação civil brasileira, que registrou um aumento de 19% nos casos de indisciplina a bordo no primeiro trimestre de 2026. Para conter a escalada de comportamentos agressivos, a Anac implementará, a partir de setembro, novas diretrizes que incluem multas de até R$ 17,5 mil e o banimento de passageiros indisciplinados dos aeroportos nacionais.

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