O caso das irmãs britânicas Michelle e Lavinia Osbourne trouxe à tona um fenômeno médico extremamente raro conhecido como superfecundação heteropaternal. A condição ocorre quando dois óvulos liberados no mesmo ciclo menstrual são fecundados por espermatozoides de homens diferentes. A descoberta foi feita após as irmãs realizarem testes de DNA, motivadas pela falta de semelhança física entre elas e o homem que acreditavam ser seu pai biológico. Embora casos semelhantes tenham sido documentados globalmente, como um registro na Colômbia em 2018, esta é a primeira vez que o fenômeno é oficialmente reconhecido no Reino Unido. Apesar da revelação sobre a origem genética, as irmãs afirmaram que a notícia não alterou a relação familiar, mantendo o forte vínculo afetivo que construíram desde a infância.
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