O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, foi diagnosticado com linfoma e iniciou o protocolo de tratamento no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde permanece internado desde o dia 10 de maio. A condição, que afeta o sistema linfático, apresenta-se em duas formas principais: o linfoma de Hodgkin, que tende a se espalhar de maneira ordenada, e o não-Hodgkin, caracterizado por um comportamento mais agressivo e desordenado. O caso de Dirceu ocorre em um cenário de alerta no Brasil, onde o número de diagnósticos duplicou nos últimos 25 anos, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Especialistas destacam que o diagnóstico precoce continua sendo um desafio crítico no país, visto que a maioria dos pacientes descobre a patologia em estágios avançados, o que torna o tratamento — composto por quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula — mais complexo.
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