O Porto de Santos, principal escoadouro do café brasileiro, enfrenta um cenário de saturação operacional que gera preocupações sobre a competitividade do produto no mercado internacional. Responsável por 70% das exportações do setor, o terminal opera no limite de sua capacidade, levando a Associação Comercial de Santos a alertar sobre a urgência de investimentos. A expectativa do mercado agora se volta para o Ministério dos Portos, que deve decidir sobre o leilão do Tecon 10, medida considerada essencial para ampliar a movimentação de cargas e sustentar o crescimento projetado para a safra 2026/2027. Além dos gargalos estruturais, o setor lida com o aumento dos custos operacionais decorrentes de tensões geopolíticas globais, que impactam diretamente o preço dos fretes e insumos. Para manter a relevância no cenário externo, especialistas apontam que a modernização tecnológica, incluindo o uso de inteligência artificial, será fundamental para atender às crescentes exigências de sustentabilidade dos compradores internacionais.
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