A Cisco iniciou o que o CEO Chuck Robbins classifica como um 'superciclo' de redes, impulsionado pela crescente necessidade de infraestrutura para inteligência artificial e data centers. O desempenho financeiro recente reflete essa tendência, com um aumento de 35% nos pedidos totais e de 50% na divisão de redes. A empresa tem se beneficiado da tecnologia Silicon One, que permitiu uma expansão significativa no atendimento a hyperscalers, elevando a meta de receita anual desse setor para US$ 9 bilhões. Paralelamente ao crescimento, a companhia realiza uma reestruturação estratégica que envolve o corte de 4 mil postos de trabalho. O objetivo é redirecionar capital e talentos para áreas prioritárias como IA, desenvolvimento de silício e segurança cibernética, setor que o CEO aponta como um catalisador crítico para novos investimentos em infraestrutura por parte de seus clientes corporativos.
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