Vendas no varejo dos EUA crescem pelo terceiro mês consecutivo
O varejo americano cresceu 0,5% em abril, impulsionado pela inflação de energia e commodities em meio a tensões geopolíticas com o Irã.
Pontos principais
- As vendas no varejo registraram alta de 0,5% em abril, mantendo a trajetória de crescimento pelo terceiro mês consecutivo.
- O resultado foi influenciado pela elevação dos preços de energia e commodities, decorrente do conflito entre Estados Unidos e Irã.
- A inflação mais alta contribuiu para o aumento das receitas nominais, embora tenha pressionado o orçamento das famílias.
- Excluindo o setor de combustíveis, o crescimento das vendas no varejo foi de 0,3% no período.
- O desempenho reflete a resiliência do consumo interno sob a gestão do presidente Donald Trump, apesar dos desafios geopolíticos.
O setor varejista dos Estados Unidos manteve sua resiliência em abril, registrando crescimento pelo terceiro mês consecutivo, ainda que em um ritmo mais moderado. O volume de vendas avançou 0,5%, um desempenho inferior ao ganho revisado de 1,6% observado em março. A alta nos preços dos combustíveis e de commodities, intensificada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, foi o fator determinante para a desaceleração, impactando diretamente o orçamento das famílias e pressionando o consumo em diversos segmentos. Quando excluído o setor de postos de gasolina, o crescimento das vendas foi de 0,3%.
Este cenário econômico reflete a capacidade dos consumidores americanos em absorver custos mais elevados, mantendo a demanda interna como um motor de sustentação para a economia sob a gestão do presidente Donald Trump. Embora a inflação mais elevada tenha contribuído para o aumento das receitas nominais, a continuidade da expansão do varejo sugere uma confiança persistente no mercado. O impacto das tensões geopolíticas nos custos de energia permanece como um ponto de atenção para a manutenção do ritmo de consumo nos próximos meses.
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