Um mês após a realização do pleito, o Peru definiu os nomes que disputarão a presidência no segundo turno, marcado para o dia 7 de junho. Keiko Fujimori, em sua quarta tentativa de chegar ao poder, enfrentará Roberto Sánchez, que assegurou sua vaga com uma vantagem mínima sobre o terceiro colocado, Rafael López Aliaga. A apuração foi marcada por contestações de atas e críticas de observadores internacionais sobre a organização do processo eleitoral. O clima de incerteza é agravado pelo fato de Sánchez responder a investigações do Ministério Público por supostos crimes eleitorais e falsificação de dados financeiros de campanha. O resultado do pleito ocorre em um momento de fragilidade institucional no país, que enfrenta uma crise de segurança pública e um histórico recente de sucessivas destituições presidenciais desde 2016, mantendo o cenário político peruano em constante instabilidade.
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