Especialistas em direitos humanos da ONU solicitaram que a Guiné Equatorial interrompa imediatamente os planos de deportar indivíduos para nações onde correm risco iminente de tortura, perseguição política ou morte. O apelo destaca que a prática viola normas internacionais fundamentais contra o refoulement, que proíbe o envio de pessoas para locais onde sua integridade física esteja ameaçada. A situação é agravada pelo fato de o governo da Guiné Equatorial ser amplamente reconhecido como um dos regimes mais repressivos do mundo, mantendo os deportados sob condições de confinamento severas. A intervenção, que conta com o respaldo da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, busca garantir a proteção de direitos básicos e impedir que indivíduos retornem a contextos de violência extrema após terem passado pelo sistema de deportação dos Estados Unidos.
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