A tradicional marcha do Dia de Jerusalém, que celebra a captura e anexação de Jerusalém Oriental por Israel, foi realizada sob um clima de forte tensão. O evento, patrocinado pelo governo, percorreu o Bairro Muçulmano da Cidade Velha, onde manifestantes nacionalistas proferiram slogans de ódio, incluindo frases como 'Morte aos árabes' e referências hostis à Faixa de Gaza. A presença do ministro da segurança nacional, Itamar Ben-Gvir, que exibiu uma bandeira israelense nas proximidades da mesquita de al-Aqsa, intensificou as críticas sobre o caráter da manifestação. Nos últimos anos, o evento tem se tornado progressivamente mais extremista, refletindo o agravamento das divisões políticas e religiosas na região. A marcha é vista por críticos como uma provocação deliberada, enquanto apoiadores a consideram uma celebração da soberania israelense sobre a cidade sagrada.
14 mai, 06:03
22 abr, 13:08
20 abr, 08:02
29 mar, 12:00
10 fev, 10:00
Carregando comentários...