Um juiz da ONU negou o pedido de liberdade para Ratko Mladić, ex-comandante militar sérvio-bósnio condenado por crimes de guerra. Aos 84 anos, Mladić buscava a soltura alegando fragilidade de saúde, mas o tribunal determinou que as instalações prisionais em Haia oferecem o suporte necessário para garantir seu conforto. O magistrado destacou que, embora o detento esteja nos estágios finais de sua vida, a gravidade de seus atos criminosos exige a manutenção da pena. Mladić foi sentenciado à prisão perpétua por seu papel central no genocídio de Srebrenica e em outras atrocidades cometidas durante o conflito na Bósnia na década de 1990. A decisão reafirma o compromisso do tribunal internacional com a execução das penas impostas aos responsáveis por crimes contra a humanidade, priorizando a justiça sobre apelos humanitários individuais.
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