O Itaú BBA divulgou uma análise sobre como o mercado financeiro está precificando o cenário pós-conflito no Oriente Médio para o setor de óleo e gás. Segundo o banco, a Petrobras se destaca como o ativo com a melhor assimetria, fundamentada em premissas conservadoras que consideram o barril de petróleo a US$ 62. A expectativa é que a estatal continue alinhada aos preços internacionais, evitando o repasse integral da volatilidade externa para o mercado doméstico. Em contrapartida, a PRIO surge como a companhia mais exposta às oscilações imediatas do preço da commodity. No segmento de distribuição, o relatório observa que a Ultrapar trabalha com margens conservadoras para a Ipiranga, enquanto a Vibra projeta margens normalizadas até o final de 2025, refletindo diferentes estratégias operacionais diante do cenário macroeconômico atual.
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