Um novo estudo acadêmico aponta que a decisão do governo do presidente Donald Trump de encerrar as operações da USAID no ano passado gerou um impacto negativo na estabilidade de diversos países africanos. A agência, que atuava como um dos maiores pilares de ajuda global dos Estados Unidos, desempenhava um papel fundamental na mediação de conflitos e no suporte ao desenvolvimento em áreas de alta vulnerabilidade. De acordo com os pesquisadores, a interrupção abrupta do financiamento e dos programas humanitários coincidiu com um aumento significativo nos índices de violência local. A análise destaca que a retirada do suporte americano não apenas fragilizou as redes de assistência, mas também alterou o equilíbrio geopolítico no continente. Especialistas alertam que a ausência de programas de estabilização pode ter consequências duradouras para a segurança regional e para a influência diplomática dos EUA na África.
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