Mike Reid, diretor científico do principal programa de HIV/Aids dos Estados Unidos, renunciou ao cargo, criticando publicamente a abordagem do governo Trump. Reid apontou cortes na assistência externa e o uso da ajuda como alavanca para interesses comerciais dos EUA, citando um caso na Zâmbia onde a assistência para HIV estaria sendo retida para pressionar por um acordo de minerais críticos. Ele descreveu o trabalho de saúde global como "inerentemente antifascista" e incompatível com a trajetória "autoritária" do governo.
Após a publicação de sua crítica, o Departamento de Estado encerrou imediatamente o emprego de Reid, alegando que ele não poderia mais fornecer consultoria científica apartidária. Enquanto isso, dados recentes do Departamento de Estado indicam uma queda drástica no número de pessoas testadas para HIV no último ano. Um porta-voz do Departamento de Estado defendeu a política do governo Trump, afirmando que o presidente e o secretário de Estado Marco Rubio estão trabalhando para acabar com a epidemia de HIV/Aids.
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