Um estudo recente do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia (EUISS) revela como a China tem consolidado o controle sobre matérias-primas críticas para fortalecer sua posição geoeconômica. Ao dominar a cadeia de suprimentos de insumos essenciais, como terras raras, gálio e germânio, Pequim utiliza restrições de exportação como ferramenta de pressão política e econômica contra o Ocidente. Essa estratégia está alinhada aos objetivos de autossuficiência tecnológica previstos no 15º Plano Quinquenal chinês, criando riscos estruturais para setores vitais como defesa e tecnologia de semicondutores.
Diante desse cenário, o relatório recomenda que a União Europeia adote uma postura de defesa comercial mais assertiva. A proposta inclui a implementação de tarifas e o aumento de subsídios para fomentar a produção local, visando reduzir a dependência externa e proteger a soberania industrial europeia frente às manobras de Pequim.
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