Uma pesquisa realizada com 1,5 mil entrevistados em Santarém, Recife e São Paulo identificou que a precariedade no acesso à internet e a falta de identificação com os veículos de comunicação tradicionais são os principais motores da desinformação em periferias e territórios indígenas. O estudo aponta que, além das limitações técnicas de conexão, a rotina exaustiva dos moradores impede a checagem de conteúdos, tornando o WhatsApp e o Instagram os canais predominantes para o consumo de notícias. Para mitigar o problema, especialistas sugerem que o combate à desinformação deve passar pelo fortalecimento do jornalismo comunitário e pela adaptação de conteúdos para formatos de áudio e vídeos curtos. A valorização de sistemas de comunicação locais é apontada como uma estratégia essencial para garantir que informações confiáveis alcancem essas populações de forma eficaz e acessível.
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