Mike Banks, figura central na política de segurança de fronteira da administração do presidente Donald Trump, renunciou ao cargo de chefe da patrulha de fronteira dos Estados Unidos. A decisão foi anunciada em meio a relatos de alegações de envolvimento com prostituição durante viagens ao exterior. Embora o governo não tenha detalhado oficialmente os motivos da saída, o caso gera repercussão pela importância estratégica que Banks ocupava na execução da militarização da fronteira sul do país. Em entrevista à Fox News, Banks afirmou que sua renúncia ocorre após ter atingido os objetivos de segurança estabelecidos para a sua gestão, evitando abordar diretamente as denúncias de má conduta. A saída abrupta deixa uma lacuna na liderança de uma das pastas mais sensíveis da atual administração, em um momento de foco contínuo na política migratória dos EUA.
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