A Casas Bahia reportou um prejuízo líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, resultado que provocou uma queda de 7,84% nas ações da empresa na bolsa. O balanço financeiro foi fortemente pressionado por despesas financeiras elevadas e ajustes fiscais, ofuscando o desempenho operacional da varejista, que superou as projeções de analistas para o EBITDA e apresentou um crescimento de 15% no GMV do canal online. Apesar da melhora operacional, o mercado reagiu com cautela ao aumento da inadimplência de curto prazo, que atingiu 20,3%. Analistas do Goldman Sachs e Morgan Stanley mantiveram a recomendação de venda, enquanto a XP Investimentos adotou uma postura neutra, refletindo as incertezas sobre a capacidade da empresa de sustentar a recuperação em um cenário de custos financeiros ainda elevados.
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