O mercado brasileiro de fusões e aquisições (M&A) apresentou uma mudança estrutural significativa no primeiro trimestre de 2026. Embora o volume de transações tenha recuado 43%, o valor agregado das operações disparou 114%, totalizando US$ 17,7 bilhões. Este cenário reflete uma estratégia de maior disciplina e seletividade por parte dos investidores, que priorizam negócios de maior escala em detrimento da quantidade de acordos. O setor imobiliário destacou-se como o principal motor de transações, seguido de perto pelas áreas de tecnologia e serviços financeiros. A dinâmica observada no Brasil espelha uma tendência regional na América Latina, onde o capital mobilizado cresceu mesmo diante de um ambiente de negócios mais restrito. O Peru, por exemplo, registrou um salto expressivo de 856% no capital movimentado, consolidando o novo perfil de investimento focado em qualidade e valor estratégico.
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