Secretários de oito capitais brasileiras formalizaram o compromisso com o Unicef por meio da Carta do Rio, um documento que estabelece diretrizes para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa surge em resposta a dados alarmantes da organização, que registraram mais de 2.200 mortes violentas de menores nessas capitais entre 2021 e 2023. O foco central do acordo é a integração intersetorial entre as áreas de educação, saúde e assistência social para prevenir a revitimização e romper ciclos de exclusão social.
Além da cooperação institucional, o projeto prioriza a implementação efetiva da Lei da Escuta Protegida e o enfrentamento direto às desigualdades territoriais e raciais que agravam a vulnerabilidade infantojuvenil. Ao destacar a primeira infância como uma etapa decisiva para o desenvolvimento, o pacto busca criar ambientes mais seguros e garantir direitos fundamentais em áreas urbanas historicamente afetadas pela violência.
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