CPI na França aponta que Louvre ignorou alertas sobre falhas de segurança
Comissão parlamentar revela que o museu negligenciou relatórios sobre vulnerabilidades anos antes do roubo de joias em 2025.
Pontos principais
- Relatórios de auditoria de 2017 e 2019 já indicavam deficiências críticas na segurança do Louvre.
- O roubo das joias da Coroa, avaliadas em mais de US$ 100 milhões, ocorreu em outubro de 2025.
- A CPI criticou a gestão do museu por priorizar a projeção institucional em detrimento da proteção física.
- O museu se comprometeu a instalar 100 novas câmeras de segurança até o final de 2026.
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito na França concluiu que o Museu do Louvre ignorou alertas sobre falhas de segurança anos antes do roubo das joias da Coroa, ocorrido em outubro de 2025. O prejuízo estimado supera os US$ 100 milhões. Segundo o relatório, auditorias internas realizadas em 2017 e 2019 já apontavam vulnerabilidades que não foram corrigidas pela administração. A CPI destacou que a priorização da imagem e da influência global do museu sobrepôs-se às necessidades de segurança física, gerando críticas sobre a nomeação política de seus diretores. Diante das falhas expostas, o colegiado recomendou um aumento imediato no orçamento destinado à proteção do acervo e a contratação de novos agentes. Como resposta, a direção do Louvre anunciou um plano para instalar 100 novas câmeras de monitoramento externo até o final de 2026, visando mitigar os riscos identificados.
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