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Aprovação do governo Lula sobe para 46% em pesquisa Genial/Quaest

Levantamento aponta crescimento na avaliação positiva do governo e empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na disputa presidencial de 2026.

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Foto: G1 Política
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13/05 às 08:04 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • A aprovação do governo Lula atingiu 46%, enquanto a desaprovação recuou para 49%.
  • Lula e Flávio Bolsonaro estão tecnicamente empatados no segundo turno, com 42% e 41% das intenções de voto.
  • O eleitorado independente, que representa 32% do total, é considerado o segmento decisivo para o pleito.
  • O programa Novo Desenrola e a reunião com o presidente Donald Trump impulsionaram a percepção positiva.
  • A revogação da taxa das blusinhas é a nova aposta do governo para reduzir desgastes políticos.
  • A polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro concentra 72% das intenções de voto no primeiro turno.
  • A equipe econômica prepara medidas para conter o preço dos combustíveis e a inflação dos alimentos.

A mais recente pesquisa Genial/Quaest, realizada entre os dias 8 e 11 de maio de 2026, indicou uma recuperação na popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com a aprovação subindo de 43% para 46% e a desaprovação recuando para 49%, o levantamento destaca um movimento positivo entre eleitores independentes, mulheres e faixas de renda média. O cenário reforça a resiliência da base governista, embora a disputa para 2026 permaneça acirrada, com o presidente tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, registrando 42% contra 41% das intenções de voto. No primeiro turno, a polarização entre ambos já concentra 72% do eleitorado.

O avanço na avaliação do governo está atrelado a uma mudança na estratégia de comunicação do Planalto e a medidas concretas. Assessores apontam que o lançamento do programa Novo Desenrola e a repercussão positiva da reunião com o presidente Donald Trump foram fundamentais para a melhora nos índices. Além disso, a decisão de revogar a chamada "taxa das blusinhas" é vista como um movimento estratégico para reduzir desgastes políticos imediatos. Esse esforço resultou em uma redução na percepção negativa do noticiário sobre a gestão, com 60% dos entrevistados avaliando a diplomacia com os EUA como benéfica para o Brasil.

Apesar da melhora, o governo ainda enfrenta desafios para ampliar seu alcance. O eleitorado independente, que representa 32% do total, é apontado como o segmento decisivo para o pleito de outubro. Paralelamente, a equipe de articulação política mantém preocupação com a resistência entre evangélicos. Para consolidar a recuperação e neutralizar pressões inflacionárias, a equipe econômica prepara novas medidas voltadas ao controle do preço dos combustíveis e à contenção da inflação dos alimentos, apostando na continuidade dessa agenda prática para reverter indicadores negativos antes do próximo ciclo eleitoral.

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