O cenário financeiro do futebol brasileiro atingiu um patamar crítico em 2025, com o endividamento dos 20 principais clubes alcançando a marca histórica de R$ 16 bilhões. O crescimento de 16% em relação ao ano anterior foi impulsionado majoritariamente por juros elevados e despesas financeiras, que superaram a capacidade de gestão dos passivos. Embora o setor tenha celebrado uma receita recorde de R$ 15 bilhões, a falta de um controle financeiro rigoroso impediu que o aumento nos ganhos fosse convertido em redução de dívidas. O Corinthians encabeça a lista dos mais endividados, seguido por Atlético Mineiro e Botafogo. Em contrapartida, modelos de gestão baseados em SAF, como o do Bahia, demonstraram eficácia na redução de passivos, evidenciando a disparidade na saúde financeira entre os clubes que adotaram novas estruturas corporativas e os que mantêm modelos tradicionais.
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