O Tesouro Nacional, em parceria com a B3 e o Banco do Brasil, oficializou o lançamento do Tesouro Reserva, um título público desenhado especificamente para a formação de reservas de emergência. Com liquidez diária e resgate imediato via Pix, o ativo busca oferecer uma alternativa eficiente para o pequeno investidor, permitindo aplicações a partir de R$ 1. Diferente de outros títulos públicos, o Tesouro Reserva não sofre com a volatilidade da marcação a mercado, assegurando previsibilidade ao investidor durante o período de vigência de três anos. O produto conta com um limite de aplicação mensal de R$ 500 mil por CPF.
Em declaração recente, o secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, enfatizou que o produto não foi criado para concorrer diretamente com os bancos, mas para atuar de forma complementar ao sistema financeiro. A iniciativa visa expandir a base de investidores do Tesouro Direto, com a meta de alcançar até 10 milhões de pessoas. Embora especialistas recomendem comparar a rentabilidade líquida com custos de produtos privados — considerando a incidência de Imposto de Renda regressivo e IOF em resgates precoces —, o governo reforça que o título é uma ferramenta de inclusão financeira.
Atualmente, o acesso ao Tesouro Reserva está restrito aos clientes do Banco do Brasil, que podem realizar as operações diretamente pelo aplicativo da instituição. O governo destaca que a segurança do ativo é garantida pelo Tesouro Nacional, eliminando a necessidade de proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O Tesouro Nacional nega que o objetivo seja pressionar o custo de captação bancária, tratando o produto como um passo estratégico para a democratização do acesso a ativos de renda fixa no país.
Agência Brasil - EBC • 11 mai, 15:05
InfoMoney • 11 mai, 13:53
G1 - Economia • 11 mai, 11:27
12 mai, 12:02
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