O cenário político paulista observa um silêncio estratégico por parte do governador Tarcísio de Freitas e do ex-ministro Fernando Haddad diante da recente greve estudantil na Universidade de São Paulo (USP). O conflito, que ganhou repercussão após denúncias de uso excessivo de força pela Polícia Militar dentro do campus, tem polarizado opiniões sobre a autonomia universitária e os protocolos de segurança pública. Enquanto as principais lideranças políticas evitam o tema em meio à disputa eleitoral, o deputado Kim Kataguiri posicionou-se de forma distinta, defendendo uma atuação mais enérgica das autoridades policiais. A falta de um posicionamento oficial do governo estadual e da oposição reflete a complexidade de gerir crises que envolvem instituições de ensino e o uso da força policial, mantendo o debate sobre a segurança nos campi como um ponto de tensão latente no estado.
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