Uma rede criminosa internacional tem explorado cidadãos latino-americanos, incluindo brasileiros e peruanos, por meio de um esquema de tráfico humano voltado ao recrutamento forçado para a guerra na Ucrânia. Utilizando redes sociais, os aliciadores oferecem empregos civis ou oportunidades educacionais na Rússia, mas, ao chegarem ao país, as vítimas têm seus documentos retidos e são coagidas a assinar contratos com as forças militares russas sob ameaça de morte. A situação tem gerado uma crise diplomática, com governos sendo pressionados por familiares devido à lentidão na repatriação dos cidadãos. Além do risco iminente nas zonas de combate, onde já há registros de mortes e desaparecimentos, as famílias das vítimas enfrentam um cenário de terror, sendo alvo de intimidações constantes por parte dos recrutadores após buscarem ajuda das autoridades.
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