A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o senador Sergio Moro (PL-PR) apresente sua defesa prévia no prazo de cinco dias em uma ação penal por calúnia movida contra o ministro Gilmar Mendes. O processo teve origem em um vídeo gravado em 2023, no qual o parlamentar insinuou a venda de decisões judiciais por parte do magistrado. A Primeira Turma da Corte já havia decidido anteriormente manter Moro como réu no caso, dando início à fase de instrução processual. Este estágio permite que a defesa apresente provas e indique testemunhas para contestar as acusações. O desfecho do julgamento possui relevância política significativa, uma vez que uma condenação com pena superior a quatro anos de prisão poderia resultar na perda do mandato de Moro, que é pré-candidato ao governo do Paraná nas próximas eleições.
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