A nomeação de Ali Al Zaidi para a chefia do governo iraquiano colocou o país sob o foco da diplomacia americana. O principal ponto de atrito reside em investigações conduzidas pelos Estados Unidos, que apuram possíveis ligações entre o banco de propriedade de Al Zaidi e milícias paramilitares alinhadas ao governo do Irã. A situação cria um dilema para a administração de Donald Trump, que busca equilibrar a estabilidade regional com a necessidade de conter a influência iraniana no Oriente Médio. A trajetória do indicado levanta preocupações sobre a transparência do sistema financeiro iraquiano e sua futura cooperação com sanções e diretrizes internacionais. A capacidade de Al Zaidi em manter a autonomia do governo frente a grupos armados pró-Teerã será o principal teste para a viabilidade de sua gestão e para a manutenção das relações diplomáticas com Washington.
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