O governo do presidente Donald Trump retomou as sanções contra o setor petrolífero da Rússia após o vencimento de uma isenção que permitia a continuidade de transações específicas. A medida, que entrou em vigor após a expiração do prazo durante o último final de semana, sinaliza uma mudança na postura da atual administração americana em relação ao comércio de energia russa. A decisão é vista como um movimento estratégico para pressionar a economia do país em meio ao cenário geopolítico global. A expectativa de especialistas é que a reativação das restrições gere volatilidade nos mercados internacionais de energia, uma vez que a oferta global pode ser afetada pela limitação do fluxo de petróleo russo. O impacto direto da medida ainda está sendo monitorado por investidores e autoridades reguladoras ao redor do mundo.
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