Especialistas orientam companhias sobre governança e limites legais para evitar riscos reputacionais e assédio eleitoral durante o pleito de 2026.
Com a proximidade do período eleitoral de 2026, especialistas em governança corporativa alertam para a necessidade de reforçar políticas internas e treinamentos de compliance. O objetivo é proteger a reputação das empresas, um ativo considerado frágil que exige coerência entre a conduta institucional e a individual. A legislação brasileira impõe restrições claras, como a proibição de doações eleitorais por pessoas jurídicas e a vedação ao assédio eleitoral no ambiente de trabalho, prática que pode levar a severas condenações judiciais por danos morais coletivos. Embora os colaboradores mantenham o direito fundamental à liberdade de expressão política fora do expediente, as empresas possuem autonomia para restringir manifestações partidárias dentro de suas dependências e canais de comunicação. A implementação de diretrizes claras é essencial para garantir a conformidade legal e evitar que o clima político impacte negativamente a imagem e a estabilidade das organizações.
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