Legisladores exigem maior rigor ético no Capitólio após uma nova onda de denúncias de má conduta sexual envolvendo membros da Câmara.
O Congresso dos Estados Unidos atravessa um momento de crise interna, enfrentando seu maior acerto de contas sobre má conduta sexual desde o movimento #MeToo. A pressão por reformas cresceu após a renúncia de parlamentares como Tony Gonzales e Eric Swalwell, além de denúncias envolvendo o deputado Chuck Edwards, que nega as acusações. Legisladoras republicanas, incluindo Nancy Mace e Anna Paulina Luna, têm liderado o movimento por maior rigor, argumentando que o Comitê de Ética da Câmara é ineficaz e lento ao processar denúncias. Em resposta ao clima de instabilidade, o presidente da Câmara, Mike Johnson, comprometeu-se a liderar uma revisão nas normas de conduta e nos mecanismos de denúncia de assédio no Capitólio. A iniciativa busca restaurar a credibilidade da instituição e garantir maior proteção aos funcionários do legislativo diante das crescentes demandas por responsabilidade.
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