A saída de André do Prado para disputar o Senado gera racha no PL e inicia movimentações entre aliados do governador Tarcísio de Freitas.
A iminente saída de André do Prado da presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), motivada por sua candidatura ao Senado, deflagrou um processo de sucessão que testa a coesão da base aliada ao governador Tarcísio de Freitas. O PL, partido do governador, enfrenta divergências internas que complicam a manutenção do comando da Casa, abrindo espaço para que outros partidos da base governista busquem protagonismo na disputa. A sucessão na Alesp é vista como um movimento fundamental para a articulação política estadual, sendo essencial para garantir a governabilidade e o alinhamento estratégico do Executivo paulista com o Legislativo até 2027. O cenário atual exige que o Palácio dos Bandeirantes atue como mediador para evitar que o racha no PL comprometa a estabilidade da base durante o processo de escolha do novo presidente da Assembleia.
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